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Janeiro Branco: o caminho para a saúde mental

janeiro 23, 2024/0 Comentários/em Clima organizacional/por IPECOE

Em meio à agitação do início do ano, existe um aspecto muitas vezes negligenciado de nossas vidas: a saúde mental. Janeiro Branco, um movimento global que ganha força a cada ano, não é apenas um mês no calendário, é um chamado coletivo para quebrar o silêncio em torno das questões da saúde mental.

Fala sobre assunto não basta. Por isso, o IPECOE trouxe dicas que visam não apenas a iniciativa para que outras empresas participem da campanha, mas para incentivar a transformação no ambiente de trabalho.

Neste período de reflexão, vamos explorar as nuances emocionais da jornada mental, destacando como o Janeiro Branco pode se tornar um fator essencial para a saúde dos negócios.

Mitos e estigmas

Atualmente, existem mitos que por muito tempo envolveram a saúde mental. Contrariando a crença popular, ela não escolhe idade, gênero ou status social. O Janeiro Branco desafia o estigma, convidando-nos a abandonar preconceitos e abraçar a empatia.

Ao desafiar esses mitos, construímos uma sociedade mais compassiva, onde aqueles que enfrentam desafios mentais não são vistos como diferentes, mas como parte integrante de nossa comunidade.

A necessidade de cuidar da saúde mental

Em um mundo marcado pela pressão constante, as batalhas emocionais muitas vezes ficam ocultas. Os desafios contemporâneos, desde a pandemia até às demandas profissionais, impactam profundamente nossa saúde mental.

É essencial compreender que cuidar da mente não é um luxo, mas uma necessidade imperativa. É preciso lembrar que, ao cuidar da nossa saúde mental, nos capacitamos não apenas a nós mesmos, mas também aqueles ao nosso redor.

O Janeiro Branco é mais do que uma campanha, é um catalisador de mudanças reais. Ao redor do mundo, iniciativas deste mês estão desenhando sorrisos onde antes havia lágrimas. Histórias inspiradoras de resiliência e superação destacam como a atenção à saúde mental pode ser transformadora.

Este movimento não apenas beneficia as vidas daqueles que buscam ajuda, mas também mostra que a mudança é possível, independentemente das sombras que nos cercam.

Pequenos gestos, grandes mudanças

Às vezes, são os gestos mais simples que fazem as maiores diferenças. No cotidiano, podemos apoiar a saúde mental com pequenos atos de gentileza e compreensão.

Um ouvido atento, uma mensagem amiga ou um momento de pausa para cuidar de si mesmo são maneiras poderosas de cultivar um ambiente emocionalmente saudável.

Ao compreender que ações aparentemente pequenas podem desencadear grandes mudanças, percebemos que todos têm o poder de contribuir para a causa.

Como cultivar a saúde mental no ambiente de trabalho?

Cultivar a saúde mental no ambiente de trabalho nunca foi tão importante como nos últimos anos. As pressões constantes, as demandas crescentes e a natureza competitiva do mundo corporativo podem criar um ambiente propício ao estresse e à exaustão.
Priorizar a saúde mental não é apenas um gesto de apoio à campanha do janeiro branco, mas uma estratégia essencial para o sucesso a longo prazo de qualquer empresa. Colaboradores com boa saúde mental são mais produtivos, engajados e resilientes, criando um ciclo virtuoso que beneficia tanto os indivíduos quanto a organização como um todo.

Como as empresas podem cultivar um ambiente que promova a saúde mental?

Cuidar da saúde mental no trabalho não é apenas uma responsabilidade social, é um investimento estratégico que reverbera positivamente em todos os aspectos da organização.

E para cultivar um ambiente que promova a saúde mental, alguns gestos simples podem contribuir no cotidiano de qualquer empresa, como:

  • fomentar uma cultura de apoio para incentivar a abertura sobre questões de saúde mental, destituindo o estigma associado. Oferecer recursos e programas de apoio, como palestras e workshops sobre bem-estar emocional.
  • implementar políticas que promovam flexibilidade no trabalho, como horários flexíveis ou opções de trabalho remoto. Encorajar períodos de descanso e pausas para prevenir a exaustão.
  • estabelecer canais de comunicação abertos para que os colaboradores se sintam à vontade para expressar suas necessidades. Fornecer informações claras sobre os recursos disponíveis para suporte emocional.
  • oferecer treinamentos em resiliência e gestão do estresse para equipar os colaboradores com ferramentas para lidar com desafios. Promover a conscientização sobre a importância da saúde mental e como buscar ajuda quando necessário.
  • reconhecer conquistas e esforços dos colaboradores, destacando a importância do equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Organizar eventos que celebrem marcos e promovam um ambiente positivo.

Ao adotar essas práticas, as empresas não apenas atendem às necessidades emocionais de seus colaboradores, mas também criam um ambiente propício ao crescimento, inovação e sucesso coletivo.

A importância de um diálogo aberto

Hoje, o IPECOE faz um convite para quebrar o ciclo do silêncio. O diálogo aberto é a chave para desmontar barreiras que envolvem a saúde mental.

Falar sobre nossas lutas não é sinal de fraqueza, mas de coragem.

À medida que nos abrimos uns para os outros, construímos uma comunidade mais forte e solidária. Este mês, e além dele, vamos nos comprometer a manter o diálogo aberto, pois é através das conversas que construímos pontes de compreensão.

À medida que exploramos mais sobre saúde mental, lembramos que a mudança começa com a aceitação e o entendimento. O Janeiro Branco não é apenas um mês, é um movimento contínuo para criar um mundo onde a saúde mental seja cuidada com a mesma importância que a saúde física.

Como a pesquisa de clima organizacional pode contribuir com a saúde mental dos colaboradores?

Em um mundo corporativo cada vez mais consciente da importância do bem-estar dos colaboradores, a pesquisa de clima organizacional emerge como uma ferramenta fundamental para monitorar de perto a saúde mental dentro das organizações.

Através de perguntas estratégicas e sensíveis, a pesquisa de clima não apenas captura a atmosfera geral do ambiente de trabalho, mas também serve como uma janela para as nuances do estado emocional dos colaboradores. Desde a avaliação do nível de estresse até a percepção da eficácia dos programas de suporte, a pesquisa de clima pode fornecer insights valiosos que capacitam a gestão a tomar medidas proativas em relação à saúde mental.

Ao empregar abordagens personalizadas e questões específicas relacionadas ao bem-estar emocional, a pesquisa de clima pode rastrear indicadores chave de saúde mental.

Além disso, ela proporciona um meio pelo qual os colaboradores podem expressar suas preocupações de maneira anônima, promovendo um ambiente de confiança que é fundamental para a coleta de dados autênticos.

Ao compreender as necessidades e desafios emocionais dos colaboradores, a gestão está melhor equipada para implementar estratégias que não apenas melhoram o clima organizacional, mas também promovam um ambiente de trabalho que valoriza e prioriza a saúde mental de todos.

Conduza sua empresa em direção a uma cultura que prioriza a saúde mental dos colaboradores. Descubra como a pesquisa de clima organizacional do IPECOE, aliada a pequenos gestos, pode ser a chave para transformações significativas. Investir no bem-estar é investir no sucesso.

https://i0.wp.com/ipecoe.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/Capa-Blog-Janeiro-_-Blog-post-02.jpg?fit=763%2C287&ssl=1 287 763 IPECOE https://ipecoe.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/IPECOE-logotipo-com-tagline-300x73.png IPECOE2024-01-23 18:39:302024-01-23 18:39:30Janeiro Branco: o caminho para a saúde mental
Saúde mental no trabalho

Saúde mental no trabalho: como a pesquisa pode contribuir com o bem-estar profissional

fevereiro 22, 2023/1 Comentário/em Notícias/por IPECOE

A saúde mental no trabalho é um assunto de grande relevância para os resultados nos negócios. Você sabe o que é síndrome de burnout? É um distúrbio psíquico causado pela exaustão relacionada ao trabalho. Essa condição também é chamada de “síndrome do esgotamento profissional” e afeta não só o desempenho no trabalho mas todas as áreas da vida de um indivíduo.

Você já parou para pensar no impacto que a saúde mental no trabalho têm nos resultados do seu negócio? O que sua empresa está fazendo para medir o bem-estar dos colaboradores no ambiente de ofício? E se a próxima crise global for uma pandemia de saúde mental, o seu negócio conseguiria sobreviver?

De acordo com a Gallup, “raiva, estresse, preocupação e tristeza aumentaram globalmente na última década – muito antes da pandemia da covid-19 – e todos atingiram níveis recordes em 2021”. Trabalhar é bom, mas é importante ficar atento ao ritmo cada vez mais acelerado, para não colocar a saúde do trabalhador em risco.

Para entender mais sobre os dados relacionados à saúde mental e como ela pode se tornar a próxima pandemia global, confira o artigo “The Next Global Pandemic: Mental Health”, da Gallup.

O clima organizacional ruim pode ser resultado de cobrança por resultados, medo de demissão, entre outros. Esses fatores são algumas das razões que levam os profissionais a se sentirem cansados, preocupados e sem energia. E tudo isso, afeta diretamente a sua saúde mental no trabalho.

Dados sobre a saúde mental

De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de depressão e ansiedade, chegam a custar $1 trilhão de dólares na economia global. O resultado equivale a um ano em perda de produtividade, e os distúrbios mais comuns, são as principais causas de incapacidade e a terceira causa de benefício previdenciário de auxílio doença no Brasil.

Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA relataram que “41,5% dos adultos americanos apresentaram sintomas de ansiedade ou depressão no início de 2021”. Em números globais, significa que sete de cada 10 pessoas lutam ou sofrem com o transtorno, de acordo com a  Gallup.

E quando o assunto é ansiedade e depressão, a Gallup faz um alerta. “Elas podem destruir ideias, energia e, eventualmente, a economia e especialmente as pequenas empresas, onde quase 50% de nós trabalhamos. No entanto, isso não é levado tão a sério quanto o bem-estar físico, porque entendemos que os problemas físicos são muito maiores do que os mentais”.

Assim como as pessoas morrem de COVID-19, elas também morrem de depressão e transtornos de ansiedade. Os EUA viram picos de mortes por suicídio e de “mortes por desespero”.

E sabe por que falar sobre saúde mental no trabalho é  importante para os resultados da sua empresa? Porque grande parte dos gastos com relação aos transtornos mentais no ambiente de trabalho são indiretos. E esses débitos, tem relação direta não com os resultados dos distúrbios, mas sim, com as consequências deles.

O que é a morte por desespero?

Essa é uma nova designação destacada pelos economistas de Princeton Anne Case e pelo prêmio Nobel Sir Angus Deaton em seu livro de mesmo nome. De acordo com eles, trata-se de suicídios e mortes causadas por comportamentos fatais como:

  • overdose de drogas;
  • insuficiência hepática;
  • consumo crônico de álcool.

Esses comportamentos prejudicam, particularmente, os homens da classe trabalhadora nos EUA. Esse número teve um aumento drástico desde meados da década de 1990, onde passou de cerca de 65.000 em 1995 para 158.000 em 2018.

Qual a importância da saúde mental no trabalho?

O sucesso da sua empresa depende diretamente do bom desempenho dos seus colaboradores. Só é possível conquistar a satisfação dos clientes se tiver primeiro conquistado a satisfação dos colaboradores. Só entregamos o que temos conquistado internamente, essa é a lógica. 

O que as empresas precisam ficar atentas, é que seus colaboradores passam a maior parte do seu tempo dedicado às suas atividades laborais. Ou seja, se uma pessoa trabalha por 8 horas diariamente, é impossível exercer suas funções ao mesmo tempo em que ela lida com seus transtornos mentais.

Segundo uma pesquisa da GetVoIP, a média de horas de trabalho por semana do brasileiro é de 43,5 horas, o que dá 8,7 horas por dia útil. O que nos leva a ver que as pessoas passam grande parte dos seus dias no trabalho.

E quando olhamos para a cultura organizacional de uma empresa, é possível entender melhor como esses dados impactam diretamente no estado psicológico das pessoas. O que significa que um profissional que passa mais de 8 horas por dia em espaço estressante, possui maiores chances de desenvolver algum transtorno mental.

Frustrações no ambiente de trabalho, são comuns e podem acontecer o tempo todo e de diversas formas como:

  • pela ameaça de perda do emprego;
  • pelo desempenho não reconhecido;
  • por falhas cotidianas;
  • relações interpessoais complicadas;
  • insatisfação com o serviço;
  • pressão por mais produtividade.

De acordo com dados do estudo da ISMA-BR comprovam que a situação usada como exemplo, acima, é uma realidade:

  • 72% dos profissionais brasileiros sofrem com alguma sequela do estresse. Desse número, 32% desenvolveu Síndrome de Burnout;
  • 49% possui depressão, com tendência de desenvolvimento da versão crônica;
  • 90% praticam o presenteísmo — quando a pessoa está presente de forma física, mas seus pensamentos estão distantes.

No entanto, se a organização consegue oferecer um ambiente de trabalho, com as condições necessárias para saúde mental, todas essas aflições podem ser amenizadas, o colaborador conseguirá exercer bem o seu papel e irá colaborar com o crescimento da sua empresa.

Por isso, a importância dos profissionais de RH construírem medidas efetivas, a fim de evitar que os colaboradores da sua empresa entrem para essas estatísticas.

Você sabe o quanto os seus colaboradores estão satisfeitos com a sua empresa?

A palavra-chave para os novos negócios atualmente é experiência. Com isso, foi preciso pensar em uma forma de mensurar e avaliar na prática a relação entre colaborador e empresa.

Alguns anos atrás, Fred Reichheld e a equipe da Bain & Company, desenvolveram a metodologia NPS, para medir a satisfação do cliente com relação a uma marca. E atualmente, a mesma estrutura recebeu uma atualização: o NPS 3.0. De uma forma resumida, essa pesquisa visa medir o nível de lealdade do cliente.

Atualmente, a pesquisa é um grande sucesso no mundo dos negócios. Agora, imagine poder aplicar o mesmo estudo, dentro do ambiente de trabalho.

Para qualquer empresa ter sucesso e bons resultados é fundamental ter em seu quadro, colaboradores que são leais. Profissionais que se preocupam com a empresa que trabalham e buscam entregar resultados constantemente. Dessa forma, é possível promover um ambiente de trabalho saudável, o que reforça a sua marca empregadora.

E foi pensando em medir a lealdade e o que faz um colaborador ser mais ou menos fiel a uma marca, que se criou o Employee Net Promoter Score, mais conhecido como eNPS ou NPS interno.

Como mapear a saúde mental dos colaboradores da sua empresa?

Para as empresas que buscam uma forma de auxiliar na estratégia de promoção do bem-estar, mapear a realidade da organização em relação à saúde mental é um bom começo.

Como fazer isso na prática?

A maneira mais adequada é por meio de uma pesquisa de clima organizacional. E para garantir a veracidade das respostas é importante que a pesquisa seja realizada por uma empresa terceirizada. Um profissional capacitado irá compartilhar com os colaboradores um questionário, com perguntas sobre diversos aspectos, entre eles a qualidade do ambiente e condições de trabalho.

Banner Pesquisa de Clima Organizacional

No entanto, é preciso ir além dos dados. É preciso estruturar um RH que consiga se conectar com os colaboradores e manter uma boa e constante comunicação. É preciso que os profissionais vejam essa equipe como um suporte para acolher e ajudar aqueles que sofrem com algum desequilíbrio emocional.

Como o eNPS pode contribuir com a saúde mental no trabalho?

O uso da ferramenta permite identificar – em baixa, média e alta escala – o quanto os colaboradores se sentem engajados e motivados na empresa em que trabalham. A pesquisa também revela se o tratamento destinado ao quadro funcional é positivo o suficiente, para fidelizar o trabalhador.

Com perguntas descritivas e objetivas, o foco maior é conhecer a lealdade dos colaboradores e se eles indicariam a empresa como um bom local para trabalhar e  nas mais diversas oportunidades. E para o bom resultado da pesquisa é essencial que as perguntas sejam elaboradas pensando no agora, mas com visão no futuro.

A preocupação genuína com o bem-estar dos colaboradores e do clima organizacional no dia a dia, é um fator determinante para promover a saúde mental no trabalho.

Mas e a pesquisa de clima organizacional?

Quando a empresa possui um ambiente de trabalho positivo, automaticamente os colaboradores se sentem bem ao ir para a organização. Como consequência, há uma maior motivação que se sustenta ao longo do dia a dia.

Aplicar uma pesquisa de clima organizacional ajuda a mensurar esses fatores, que podem afetar no relacionamento entre as pessoas e na relação que possuem com a empresa.

São muitos os benefícios de aplicar a pesquisa de clima organizacional na empresa, que vão desde o aumento da produtividade, até o aumento nos lucros. Além disso, ainda podemos citar:

  • a diminuição da rotatividade dos colaboradores;
  • menores índices de profissionais doentes;
  • diminuição da taxa de acidentes de trabalho;
  • equipes mais motivadas;
  • redução dos conflitos organizacionais.

A aplicação das pesquisas eNPS e Clima Organizacional direciona todas as ações relacionadas à área de Recursos Humanos da sua empresa. Se você ainda não sabe como anda o clima organizacional e o nível de satisfação dos seus colaboradores, na sua empresa, fique atento. O prejuízo pode ser muito maior, se não houver saúde mental no trabalho.

Para saber mais sobre como seu time percebe a sua empresa, conheça o nosso NPS interno + Clima organizacional e descubra todas as vantagens que a nossa pesquisa pode trazer para o seu negócio.

https://i0.wp.com/ipecoe.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/Capa-Blog_01.jpg?fit=763%2C286&ssl=1 286 763 IPECOE https://ipecoe.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/IPECOE-logotipo-com-tagline-300x73.png IPECOE2023-02-22 11:30:112023-07-04 21:33:32Saúde mental no trabalho: como a pesquisa pode contribuir com o bem-estar profissional
Quiet Quitting Demissão Silenciosa

Quiet Quitting: Entenda o que é a demissão silenciosa

setembro 14, 2022/0 Comentários/em Notícias/por IPECOE

O termo “quiet quitting” se tornou o assunto das últimas semanas. Viralizou nas redes sociais do mundo inteiro e ocupou as principais notícias em veículos como The New York Times, BBC e The Washignton Post. A expressão foi traduzida como “desistência silenciosa” ou “demissão silenciosa” surgiu em vídeo na plataforma Tik Tok.

Com milhares de conteúdos, os usuários começaram a refletir sobre os aspectos negativos das relações de trabalho. Para evitar o burnout e preservar a vida pessoal, cada vez mais pessoas aderem ao “quiet quitting”.

A expressão refere-se a uma mudança de comportamento, que sugere às pessoas a cumprirem apenas aquilo que está descrito em seu escopo de trabalho. Esse é um discurso que vai na contramão de um movimento amplamente disseminado pela hustle culture, ou cultura da agitação.

Diante desse novo cenário é possível ver que as novas gerações chegaram para mudar o mercado de trabalho. E assim como toda mudança, surgem dúvidas e receios se será para melhor ou não.

Enquanto isso, do outro lado da história, as empresas que desejam permanecer em evidência, precisam se atentar ao que ainda está por vir.

Entenda os movimentos dos últimos anos

Em 2021, houve a grande demissão, onde os colaboradores estavam deixando de forma voluntária e em massa, os seus empregos para buscar novas oportunidades. Dentre os motivos, as pessoas citavam financeiro, saúde, entre outros.

A busca por um limite saudável entre trabalho e vida pessoal é o que os trabalhadores defendem. Esses profissionais não querem ser desligados das empresas, mas desejam o equilíbrio entre o profissional e o pessoal.

Há quem associe o quiet quitting com apatia ou corpo mole, o que não condiz com a realidade. Esse é mais um daqueles assuntos que não dá para generalizar, é preciso entender que há dois lados onde empresas precisam entregar cada vez mais. E do outro, há pessoas que estão tentando priorizar sua saúde física e mental.

Para tal, é preciso dedicar um tempo para si, mas isso não quer dizer não se dedicar às suas funções.

Um movimento para dizer não à cultura da agitação

“Trabalhe enquanto eles dormem”.

Essa é uma frase muito comum e popular na lógica das startups, porém, cada vez mais, ela perde força e espaço para conceitos de trabalho que valorizam a saúde mental e a qualidade de vida profissional.

De acordo uma uma pesquisa da Roberth Ralf, 32% da população economicamente ativa é afetada pelo burnout. Especificamente no Brasil, 1 em cada 3 pessoas sofrem de esgotamento mental relacionado ao trabalho.

Não foi à toa, que na última atualização da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) realizada em janeiro de 2022, a Síndrome de Burnout foi reclassificada. Atualmente, ela é definida como um transtorno ocupacional, o que reforça que o trabalho em excesso pode literalmente desencadear  uma disfunção séria na mente dos colaboradores.

E é diante de tudo isso, que a gestão de pessoas e empresas precisam estar cientes da situação. Somente assim, é possível traçar planos e ações de melhoria que visam se adequar às novidades laborais.

Dados sobre o quiet quitting

A desistência silenciosa se refere aos profissionais que decidiram fazer o mínimo no trabalho, ao invés de ir além do empregador. De acordo com uma pesquisa do ResumeBuider.com realizada com 1.000 americanos, o estudo foi realizado para entender sobre o que se trata essa onipresença de parar de desistir. E as conclusões foram as seguintes:

  • 21% dos trabalhadores estão ‘desistindo’ dizendo que fazem apenas o mínimo;
  • 5% fazem ainda menos do que são pagos para fazer;
  • 8 em cada 10 ‘desistentes quietos’ estão esgotados;
  • 1 em cada 10 funcionários está se esforçando menos do que há 6 meses; 
  • 1 em cada 3 que reduziram o esforço reduziram as horas gastas trabalhando em mais de 50%;
  • 9 em cada 10 ‘desistentes silenciosos’ podem ser incentivados a trabalhar mais.

O que é o quiet quitting?

“Quiet quitting não é sobre desistir”.

Apesar do nome, o termo não tem nada a ver com deixar o emprego. A expressão também trouxe significados enganadores, pois não é sobre fazer planos para fazer isso de forma silenciosa.

Na verdade, o termo visa abrir uma discussão para limitar as tarefas de trabalho ao que é descrito na função. O objetivo é não assumir mais deveres do que o cargo atual estabelece, e fazer da melhor forma possível para concluir o trabalho, mas fazer bem feito.

Esse é um movimento em que as pessoas que estão insatisfeitas com a forma como são tratadas por seus empregadores, ganham voz. É uma forma que as pessoas encontraram de evitar o burnout, quando trabalham mais do que o necessário, sem qualquer remuneração para isso.

Por que o assunto ganhou tanta repercussão?

Desde o início da pandemia, muitos desafios contribuíram para o burnout, depressão, ansiedade, raiva, além do sentimento de falta de controle da própria vida. E quando olhamos para as mulheres, que na grande maioria conciliam as responsabilidades domésticas, com os cuidados com as crianças e ajudam na educação dos filhos, esses desafios se tornam ainda maiores.

O trabalho remoto se tornou o novo normal, e apesar de oferecer alguns benefícios o novo modelo acabou ultrapassando os limites entre casa e trabalho. Para muitas pessoas, saber quando começa e termina as atividades pelas quais são pagas, se tornou uma tarefa ainda mais difícil.

A expressão trouxe a milhares de pessoas uma nova forma de olhar e pensar sobre como recuperar o controle de suas vidas. O ato de se demitir, dá uma sensação de poder pessoal, além de sanar o sentimento de estar sobrecarregado.

Quiet quitting e o grande desafio para os profissionais de RH

De acordo com o International Stress Management Association (ISMA-BR), o Brasil é o 2º país do mundo com mais casos de Burnout. O que significa que, dos mais de 100 milhões de trabalhadores, cerca de 30% são atingidos pelo distúrbio.

Em 2021, o ZenKlub publicou com exclusividade pela EXAME, o Índice de Bem-estar Corporativo. Nele, as empresas brasileiras ficaram abaixo do índice considerado ideal de 78 pontos. O levantamento foi realizado com mais de 1.600 colaboradores de 355 empresas.

Dentre as respostas, os principais alertas que ameaçam o bem-estar nas empresas são:

  • Burnout com 58,75%.
  • Volume de demanda e controle com 54,44%.
  • Adição ao trabalho com 46,51%.

Outro ponto relevante de um estudo global realizado pelo Workmonitor, mostrou que 56% da geração Z e 55% dos millennials preferem deixar o emprego, se isso interferisse em sua vida pessoal.

O que o RH e as empresas podem fazer agora?

Antes, o esgotamento e o estresse já preocupavam a gestão de pessoas devido à falta de engajamento. O que gerava menor produtividade e ou a perda de profissionais, com o burnout, tudo isso se torna mais um fator de risco financeiro.

De um lado, empresas criam planos ambiciosos de crescimento, diversificação e digitalização. E para atender tudo isso, aumenta a demanda de recursos e pessoas engajadas com esse desafio.

Na contramão dessa necessidade, estão as pessoas que buscam incessantemente, o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, e que estão dispostas a fazer o mínimo necessário para se manterem empregadas.

É preciso avaliar de uma forma geral e ao mesmo tempo individual, como os colaboradores se sentem nas empresas. Saber ouví-los é o primeiro passo para entender o que eles precisam para não deixar seus empregos.

Quer saber se seus colaboradores recomendam sua empresa e se possuem um bom relacionamento interno com outros colaboradores e seus superiores? Invista na aplicação da Pesquisa eNPS e Clima Organizacional. Descubram o  que eles pensam, valorizam e quais insatisfações internas podem colocar o seu negócio em risco.

Banner Pesquisa de Clima Organizacional

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